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Mostrando postagens de julho, 2021

Dia 06 – Trabalhar na GRE

Quero escrever muita coisa não. Só que eu sou rodeado de gente BURRA, PREGUIÇOSA, LENTA, ANALFABETA DIGITAL, ESCORONA, EGOÍSTA, INDIFERENTE, CRENTE!!!!!, CRENTE PRA CARALHO!!!! É MUITO CRENTE NAQUELA PORRA! E AINDA ACHANDO QUE TÁ POUCO E TRAZENDO MAIS! UMA CARALHADA DE CRENTE CHA-TA-PRA-CA-RA-LHO!   Na hora que precisam, sabem chegar mansinho. Na hora de resolver os B.O sozinhas, não dão um passo à frente! VÃO SE FUDER, TUDINHO! PORRA BURRA DO CARALHO!

Dia 05 – Autoimagem

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     Talvez essa seja a escrita mais difícil. Falar sobre mim é muito desconfortável. Só gosto de falar das minhas graduações PORQUE DEU MUITO TRABALHO CONSEGUIR. Para me ajudar nesse texto, recorri a uma busca sobre autoimagem. Talvez eu desenvolva melhor com um guia de perguntas 1. What you think you look like ?   Eu não sou vaidoso, mas gosto de estar bem, aparentemente falando. Bem vestido, cabelo cortado, barba feita; embora acima do peso, não ter o desconforto de usar roupas justas. Há quem diga que eu sou muito bonito ou que estou muito bonito, mas crescer ouvindo o oposto não ajuda a aceitar e tomar pra mim essas opiniões. Na adolescência cheguei a ouvir “eca” de uma colega de turma. Ela não sabia que eu estava ouvindo, lógico! Porque, na situação, meu nome só foi citado porque eu estava chegando no grupo e a pauta era sobre com quem ela ficaria do colégio ou não. Lorena sempre foi muito ‘bocão’ e essa reação era esperada por ela, tanto que ela foi instigada ...

Dia 04 – Estudos

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Estes últimos dias atrasei minhas escritas devido a um favor a duas pessoas: corrigir trabalhos finais de curso. Uma dissertação e um TCC escrito à seis mãos. Amei muito a dissertação. Sobre Localização. Localização é, na tradução, trazer elementos da cultura do público-alvo para aproximá-lo mais do enredo do jogo, gerando uma espécie de identificação a ponto dele querer jogar e, consequentemente, se dar melhor no jogo. Muito bem escrito. O TCC, sobre música como meio de inclusão de alunos com TDAH, deixa a desejar. As informações estão lá, mas desconectadas. Parecia que estava sendo feito para cumprir tabela. Uma pena que nos agradecimentos seja dito que essa graduação é a realização de um sonho e a escrita ainda não esteja madura o suficiente. Eu escolhi falar de estudos porque, de uma vez só, tive de lidar com dois níveis distantes de formação e vi como isso mexe comigo. Eu adoro colação de grau. Choro, me emociono e fico com nó na garganta porque é um feito muito grande concluir ...

Dia 03 – Comida

  Hoje eu acordei pouco inspirado, por isso que o tema é pouco relevante pra mim. Comida. Ainda que eu tenha fama de comer em grandes quantidades, e talvez seja por isso, comida é algo que não é uma preocupação. Há quem não coma isso ou aquilo, eu só não como cebola crua. Já fiz reeducação alimentar e inseri grão de bico na minha rotina, muito tranquilo. Comer por quantitativo pesado, medido, com hora certa. Nenhum problema. No trabalho, a gente toma muito café e come pouco. Na Gerência a gente passa o dia beliscando. Lá é um saco porque todo mundo leva alguma coisa e quase ninguém come. (Inclusive, tenho que escrever sobre a Gerência.) Lá é o lugar onde trabalho e nunca vi um lugar onde se come tanto. Não tem tempo ruim para comida. A gente almoça no ‘sem peso’, no restaurante, no sushi, no vegano. O que importa é a variedade e não a quantidade. O que enche meu saco é que sempre elas levam marmita e eu tenho que me virar pra almoçar. Nos colégios, a gente não almoça muito junt...

Dia 02 – Casa própria

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Cresci em meio a um ideal de que na vida adulta teríamos certas posses, dentre elas a casa própria (ou sua própria casa). Tenho trinta e cinco anos e sempre entendi que era o “percurso natural das coisas” chegar uma certa idade e as pessoas possuírem seu local para morar. Grande ou pequeno, seu lugar. Mas não é bem assim. Eu entendo que passar a morar em um lugar seu é devido a uma série de possíveis fatores: morar perto do emprego, casar-se, morar em outra cidade, dividir apartamento com alguém, estudar fora, entre outras razões que têm em comum a saída de casa por necessidade de não estar mais lá. Raras as vezes sair por capricho. Meu irmão saiu porque casou. Higgo saiu porque quis morar mais perto do trabalho. Andresa saiu porque não dava mais para conviver com a família fazendo o contrário do que ela pedia. Aline saiu porque casou. Sérgio saiu de casa porque precisava da privacidade dele. Observando esse movimento de saída de casa, é visível que nem todos saíram. Há muito mai...

Dia 01 - Vida Amorosa

  Sou homem Cis, 35 anos, gay “desde” os 23 anos. Nem sempre fui gay, não sou puro sangue 😅 (“desde” porque foi quando tomei pra mim a sexualidade como aspecto da minha personalidade. E tem sido bem libertador agir assim desde então. Não no início, que é bem péssimo, mas a jornada foi bem interessante.) Houve um tempo em que eu realmente acreditei que fosse hetero e passei por algumas saias justas durante esse período. Lembro de um namorico de infância com Suzana. Filha de Lila, a cabelereira do bairro. Não sei como, quando e porquê, mas tivemos uma história a ponto de trocarmos presentes. Até hoje uso a carteira que ganhei dela com ECO 92 bordada. Não como minha carteira principal, mas para guardar meus cartões de fidelidade antigos. E que eu tenho até que jogar fora. Depois de Suzana, há um salto temporal. Andresa entrou na minha vida como a filha dos vizinhos, esses vizinhos ficaram amigos dos meus pais e eles tinham a clássica brincadeira de adultos de arranjar namoros p...